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XX FÓRUM DE ESTUDOS: LEITURAS DE PAULO FREIRE

DE 03 A 05 DE MAIO DE 2018, UNISINOS – SÃO LEOPOLDO/RS

471

EIXO 4 – PAULO FREIRE E A EDUCAÇÃO DO CAMPO:

RESISTÊNCIA E CONSTRUÇÃO DE ALTERNATIVAS

EDUCAÇÃO DO CAMPO NO CAMPO DA

EDUCAÇÃO: A PEDAGOGIA DO MOVIMENTO

SEM TERRA NA CONSOLIDAÇÃO DAS

POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO DO CAMPO

Guilherme Franco Miranda

1

José Vicente Lima Robaina

2

RESUMO:

O objetivo deste ensaio é discutir a importância

da Pedagogia do Movimento Sem Terra (MST) na consoli-

dação das políticas educacionais do campo. A investigação

contextualiza como ocorre o processo gênese e desenvolvi-

mento de Educação junto ao Movimento dos Trabalhadores

Rurais Sem Terra – MST e quais os reflexos encontrados nas

políticas públicas da educação do campo no Brasil. A pes-

quisa de natureza bibliográfica descreve as principais obras

escritas sobre a Educação do Campo e a Educação proposta

pelo MST. Após as análises das obras os autores apresentam

que a educação crítica, transformadora e emancipatória do

MST foi fundamental para a construção de políticas públicas

no âmbito da Educação do Campo no Brasil.

Palavras-chave:

Movimento Sem Terra, Educação do Cam-

po, Pedagogia do Movimento

INTRODUÇÃO

O processo histórico educativo – ainda nas sociedades

primitivas – constituía-se basicamente por métodos infor-

mais, por ummecanismo denominado enculturação, no qual

os valores, princípios e costumes eram transmitidos às gera-

1

Licenciado em Ciências da Natureza – Biologia e Química pelo IFRS Cam-

pus Porto Alegre, Mestrando do PPG Educação em Ciências – Química da

Vida e da Saúde na UFRGS, bolsista CAPES DS/PPGQVS-UFRGS,

guilherme. miranda@ufrgs.br.

2

Doutor em Educação pela UNISINOS, Docente da UFRGS,

jose.robaina@ ufrgs.br.